O Ciclo de Vida dos Negócios
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O Ciclo de Vida dos Negócios


O CICLO DE VIDA DOS NEGÓCIOS

DEFINIÇÃO DE NEGÓCIO

Para falar deste tema, é preciso ter em mente o que significa a palavra NEGÓCIO dentro de um campo de visão que envolva o mercado e o empreendedor. Assim, devemos procurar envolver os elementos que dão concretude ao significado real do termo.cabea_artigo

Juntando o Mercado e o Empreendedor, temos duas partes diretamente envolvidas e unidas para a construção deste objeto de desejo antigo de muitos em todos os lugares do planeta: “O desejo de ter o próprio negócio”.

Mas como começou essa história de ter um negócio? Na verdade, é difícil dizer quando começou. Eu digo que isso começa a todo dia que nasce! Nascendo com ele vários novos e futuros empreendedores. Eu digo sempre que essa história começa na própria natureza humana. Começa no DNA humano, o espírito empreendedor que significa “poder de fazer”.

O mercado por sua vez é o ambiente ideal para a manifestação dessa junção – empreendedor + mercado – que faz com que muitos negócios sejam originados. Então, como definimos o mercado neste contexto? O mercado tem a ver com as necessidades infinitas versus os recursos escassos da natureza. Tem base num princípio econômico: a lei da oferta e da procura. Costumo fazer um adendo e digo que a inovação se encaixa perfeitamente na essência do que é o mercado.

Assim, chegamos ao que chamamos de negócio. Tendo definido antes os seus elementos – empreendedor e mercado, podemos construir um significado abrangente e ao mesmo tempo objetivo. Podemos dizer que negócio é o objeto ou o resultado proveniente da junção da vontade de realização (empreendedora) e inovação do ser humano sobre o ambiente em que as necessidades e os recursos da sociedade se encontram em constante interação.

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Como os negócios surgem?

Nos dias de hoje, estamos vivendo a redenção econômica do país. Vivemos em um momento em que se estabilizou a economia, fazendo surgir classes sociais mais fortes e com potencial para alcançar novos horizontes. É verdade que o meio não impede a natureza humana de se manifestar, mas contribui para reduzir ou aumentar esta possibilidade. Com isso, veio à tona aquela questão do DNA empreendedor e inovador, lembra? Pois, então, estamos seguindo rumo ao auge do afloramento destas características na nossa natureza humana. Todos estão imbuídos desse espírito que se aguça cada vez mais. Chego a apostar que 10 entre 10 brasileiros estão pensando em abrir o seu próprio negócio, mas claro que um número bem menor é que chegará a tentar.

Vejo pessoas chegando ao Sebrae, em Recife, todos os dias buscando e trazendo ideias. Compartilham suas angústias pessoais e em alguns momentos sinto que no meio a força de empreender existe também a fragilidade nas dúvidas e nos anseios decorrentes também da condição humana.

Não bastasse a natureza humana, a sociedade repete continuamente por meio de redes de informação a imagem de uma economia superaquecida e que se destaca cada vez mais no cenário mundial. Daí, o ser humano sai em sua busca desenfreada pelo “querer fazer e não se sabe o que”. Não importa, pois ele vai descobrir algo.

Esse comportamento, às vezes, parece insano, mas na verdade é que temos um momento de pico para o empreendedorismo nacional. Estamos com fatores de sobra para aumentar a confiança, o otimismo e a autoestima.

São tantas histórias que aportam os postos de orientação do SEBRAE, baseadas sempre no mesmo ideal de “querer fazer”. De aposentado a dona-de-casa e mesmo os tão jovens que ainda nem concluíram uma formação profissional desejam empreender.

Como consequência disso, fatores como mão de obra qualificada e pontos comerciais se tornaram ainda mais escassos ao ponto de fazer com que muitos empreendedores de momento deixassem de ir adiante, ora interrompendo ou adiando o sonho do próprio negócio.

Outro fator, que traz constante frustração aos empreendedores por natureza, é que muitos descobrem tardiamente que ao desenvolver as ações somente na cabeça e não no papel pode acarretar em sérios prejuízos financeiros ou, na melhor das hipóteses, a perda de um tempo precioso. O que é preciso saber sobre empreender, é que existem técnicas para se desenvolver um negócio.  Dificilmente, a situação vinga sob a ótica do empirismo. Assim, planejar é preciso sempre!

O primeiro ciclo dos negócios – O CICLO DA ANSIEDADE

O primeiro ciclo é de fato o surgimento da ideia. É aquela que leva ao começo do negócio. Afinal, com o empreendedor em seu momento decisivo, as ações que se seguem tendem a caracterizar o ciclo de inicialização.

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Como já havia comentado, alguns empreendedores começam por um caminho mais arriscado e difícil sem planejamento ou, especificamente, sem a elaboração de um plano de negócios. Este caminho é repleto de incertezas.

O plano de negócios é o documento que contém as informações necessárias para que o empreendedor avalie que tipo de negócio vai fazer e como este se comportará no decorrer dos ciclos seguintes.

Isso é de fato uma garantia de que o que será feito está precedido de estudos que levarão ao momento da realização. O plano de negócios visa reduzir as incertezas, analisar as possibilidades, identificar peculiaridades não visíveis facilmente, comparar dados, compreender a operação, estimar os resultados, entre outras vantagens. Se fossemos dividir em etapas, esta seria a do mapeamento.

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“O plano de negócios é o documento que contém as informações necessárias para que o empreendedor avalie que tipo de negócio vai fazer e como este se comportará no decorrer dos ciclos seguintes.”

 

A etapa seguinte corresponde ao início da execução, não significando ainda a operacionalização. Ou seja, é o momento em que se decide buscar os elementos que compõe o negócio e que se encontram mapeados no plano de negócios. Então, estão coisas como: formalizar a empresa; encontrar e preparar o ponto ou o local ideal para os negócios; recrutar, selecionar, contratar e qualificar pessoas; adquirir mercadorias e matérias-primas; executar um plano de marketing e de comercialização.

A este início dos negócios chamamos de “start up”. Pode-se dizer que um start up vai desde a elaboração do plano de negócios até a operacionalização do negócio e, consequentemente, com o alcance do ponto de equilíbrio. A partir do equilíbrio dos custos fixos, a empresa pode-se considerar em ascensão passando a um novo ciclo de negócios.

Este é um ciclo difícil para o empreendedor, pois é a fase do maior volume de desembolso financeiro sem a contrapartida das receitas. Daí, a grande importância do plano de negócio e das estimativas e orçamentos que devem compô-lo. Essa capacidade de identificar os gastos com investimentos, despesas e custos serve para tornar o negócio mais seguro, tornando a sua evolução escalável e mensurável.

A maioria dos empreendedores, principalmente os recém iniciados, não se prepara suficientemente. Este é o principal fator que faz com mais de 60% dos negócios fechem ainda no seu primeiro ano.

Saibam que não existe tipo ou porte específico para que o plano de negócio seja feito. Todos devem ser precedidos de estudo e planejamento detalhado.

O segundo ciclo dos negócios – O CICLO DA ORGANIZAÇÃO

A ansiedade passou após a estabilização do ciclo inicial? Sim, é muito provável que a essa altura o empreendedor tenha se acalmado. Afinal, começou a faturar e a equilibrar os desembolsos. Com o caixa estável, ele poderá pensar em novas questões sobre o negócio. Pelo menos, é o que se espera.

Muitos empreendedores demoram a cuidar do negócio. Eles vão tocando em frente como fizeram ao iniciar tudo e, dependendo do mercado e da habilidade em vender, conseguem crescer. Alguns chegam a um tamanho estrondoso, com grande crescimento nas operações, no número de colaboradores e no faturamento. Como isso pode acontecer sem pensar em organização?

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Bem, isso é consequência de uma série de fatores e muitas vezes não tem explicação simples. Já vi empresas que ganharam força no mercado dependendo exclusivamente dos bons relacionamentos dos empreendedores.

 

Esses fatores que conseguem distorcer essa imagem de que as empresas mal organizadas conseguiram crescer, vão durar muito tempo ainda para serem compreendidos. O que importa discutir de fato é até quando tais empresas vão poder sustentar esta façanha.

A situação de desequilíbrio em que se vive em um negócio sem estrutura definida e totalmente desorganizado é aterradora. Ou naqueles em que, digamos ainda, tornaram-se organizados por meios empíricos (tentativa e erro), a situação é igualmente preocupante.

Neste ciclo, a empresa deve passar a ser pensada como uma organização estruturada dentro do que se deseja para o seu modelo de gestão. Ora, afinal, o que significa “Modelo de Gestão”? É muito simples! Modelo de Gestão é como as empresas se organizam para realizar o negócio.

“Modelo de Gestão é como as empresas se organizam para realizar o negócio.”

A maioria dos negócios não formaliza esse modelo, mas de alguma forma ele está lá constituído de pessoas, cargos, atribuições, processos, rotinas. O que acontece então neste ciclo em que tudo acontece tão naturalmente? Sabemos que não é bem assim, pois se trata mais uma vez de um processo empírico e muitos defeitos estão presentes nesta situação.

Em muitos casos, quando aproximamos as lentes para observar o dia a dia da empresa neste estado empírico de organização, vemos grandes deficiências que causam perdas que poderiam ser convertidas em ganhos. Por exemplo, cito o caso da empresa que tinha muitas filiais e mantinha uma equipe administrativo-financeira em cada uma delas. O volume de atividades em algumas filiais não compensava a despesa fixa. Mas o que importava ao empreendedor era manter o controle. Decidindo empiricamente, colocou uma equipe em cada filial. Se tivesse estudado uma opção menos onerosa, poderia ter descoberto que teria tal resultado caso fortalecesse a unidade matriz com um ou dois colaboradores e mais uma sistematização de processos.

São tantas situações de desperdício que advém da falta de se dedicar a um modelo de gestão e, consequentemente, ao fortalecimento e a formalização dos processos organizacionais. Muitos empreendedores nem percebem, mas, em certas circunstâncias e dependendo do porte do negócio em determinado momento, pode-se chegar a uma crise devido a esta questão.

Pode-se dizer que é “a hora da faxina” que exprime o momento deste ciclo na empresa. É hora de espanar a poeira, arrumar as prateleiras, mudar a disposição dos móveis, pintar a fachada, pode-se dizer. Falando assim, parece simples. Mas falta visão para enxergar este momento na maior parte dos casos.

O terceiro ciclo de negócios – O AMADURECIMENTO

É o ciclo que dá rumo aos negócios. Diz-se que á fase mais inteligente da organização. Por quê? Simples, nesta fase o empreendedor passa a constatar que precisa conhecer os números do seu negócio. Neste momento ele almeja saber se o seu negócio está de fato dando resultado e se algo pode ser feito para melhorá-lo.

Muitos se perguntam se este ciclo não deveria ser concomitante com o segundo, imediatamente após o primeiro. Digo que se fosse possível a uma organização lidar com tudo ao mesmo tempo, sim. Mas o que se vê é justamente que não tem sido possível. Prefiro a cautela da experiência como consultor para dizer que cada ciclo tem o seu lugar dentro da evolução do negócio. Posso dizer, pela minha experiência, que alguns desses ciclos poderão nem acontecer na história do negócio caso fracasse antes.

Então, este ciclo tem grande importância por representar o momento em que a organização passa a enxergar o horizonte, podendo decidir que caminho tomar a partir da análise das condições de sua própria situação. Neste caso, a situação da empresa também pode ser afetada por mecanismos alheios ao seu controle. É o caso dos fatores externos como a pressão dos concorrentes, situação da economia, questões políticas, entre tantas outras.

Mesmo assim, fica a máxima de que “não se pode controlar o que não se mede”. E, em função disso, a empresa deve buscar aprimoramento na sua estrutura de conhecimento. Afinal, como poderá o empreendedor adotar uma postura de decisor sem usar de parâmetros lógicos e razoáveis para isto.

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“É o ciclo que dá rumo aos negócios. Diz-se que á fase mais inteligente da organização.”

 

Trabalhei em empresas que buscavam continuamente rastrear suas informações financeiras e contábeis e sempre demoravam muito para descobrir aquilo que deveria estar ao alcance dos olhos e das mãos. E apesar de terem estrutura informatizada, não conseguiam dar consistência aos seus dados. Na maioria dos casos, empresas informatizadas ou não estacionam as suas necessidades de informação nas planilhas de Excel, que se fosse um sistema integrado seria o “ERP” (Sistema Integrado de Gestão Empresarial) mais utilizado do mundo.

A valorização dada ao Gerenciamento de Resultados significa, na ordem do ciclo de vida dos negócios, o amadurecimento ou a fase adulta. Uma empresa não consegue crescer de forma relevante e consciente a partir do momento em que necessita de informações precisas para decidir o seu futuro. Sem isso, a maior parte delas estaciona ou perde força no mercado.

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“Na maioria dos casos, empresas informatizadas ou não estacionam as suas necessidades de informação nas planilhas de Excel, que se fosse um sistema integrado seria o “ERP” (Sistema Integrado de Gestão Empresarial) mais utilizado do mundo.”

 

Portanto, o empreendedor deve ter sensibilidade para abraçar este momento em seus negócios sem promover uma correria histérica por números, comum naqueles que perdem o barco passando. Já vi de perto esta situação maluca de satisfazer líderes de empresas com dados fúteis sem nenhuma construção lógica e em desacordo com a estratégia do negócio. Este ciclo é para ser o mais rigoroso quanto aos processos de construção do modelo de gerenciamento dos resultados.

O quarto ciclo dos negócios – CRISE E RETOMADA

O quarto ciclo é um dueto entre os momentos de crise e as ações de retomada e recuperação dos negócios. Este não é um ciclo que se pode colocar em ordem sequencial em relação aos dois últimos, mas, por enquanto, vamos adotar a hipótese de que esses momentos acontecem nesta sequência para fins de construção deste artigo.imagem_10

Neste ciclo, vivenciamos os difíceis momentos pelos quais as empresas passam em sua existência. Causados por fatores externos e/ou internos, uma empresa nem sempre consegue fazer uma travessia tranquila neste oceano marcado quase sempre por instabilidades. O mar de almirante jamais será uma garantia muito longa.

Algumas empresas que seguiram os ritos dos ciclos anteriores com dedicação podem conseguir desviar seus cursos para zonas estáveis ou menos suscetíveis ao foco da instabilidade, precavendo-se constantemente. A maior parte delas sofre pela ausência de dedicação devida nos ciclos anteriores e, por isso, este momento conturbado vem ao seu encontro.

Navegando as escuras, sem uma bússola que sinalize as emergências em torno da gestão, a empresa sentirá as consequências pesadas de ter negligenciado a busca pelo aprendizado nos ciclos anteriores.

Para prosseguirmos nesta conversa, é preciso saber quais são os sinais que representam crise para uma empresa. Faço este questionamento, pois alguns empreendedores não sabem exatamente quando já estão em crise nos negócios. São vários os sinais de crise e nem mesmo precisam estar relacionados ao plano financeiro. Apesar de que o plano financeiro é sempre afetado em algum momento.

Uma empresa pode vir a sentir os sinais de crise em aspectos relacionados com o mercado de fornecedores ou de clientes, com a disponibilidade de mão de obra, com os custos ou falta de disponibilidade dos serviços de apoio logístico, com a falta de conhecimento em gestão, com a falta de visão estratégica, ação da concorrência, entre outros.

O que importa é que após iniciada a crise, quanto tempo o empreendedor levará para percebê-la e adotar medidas que promovam a retomada (Turnaround) do crescimento e do período de estabilidade. Quase sempre, a ajuda vem de fora com suporte de conhecimento promovido por consultorias especializadas nos mais variados temas relacionados com a crise.

O primeiro passo é fazer um bom diagnóstico empresarial com foco nos elementos que podem ter contribuído para a crise. Não vai adiantar ações desajeitadas de cortes de despesas ou de custos sem saber qual o foco do incêndio. Na maioria das vezes o empreendedor acaba tentando apagar o incêndio atirando mais gasolina nele. Parece um absurdo, mas é como se fosse assim.

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“O primeiro passo é fazer um bom diagnóstico empresarial com foco nos elementos que podem ter contribuído para a crise.”

 

 

 

Imaginem que quem entra em crise é porque não soube perceber os sinais que a precedeu. Por isso, o despreparo para combatê-la sozinho é algo pertinente de se imaginar. Afinal, a maioria dos negócios depende de conhecimento externo e aprimoramento contínuo com este apoio consultivo.

Para promover a retomada do negócio é preciso adotar um regime de prontidão. A situação emergencial é indicada para esses momentos. Após um diagnóstico sobre a crise, deve-se construir um plano de contingências para que a empresa possa continuar respirando. Muitas ações podem ser adotadas de forma a conter os “vazamentos”.

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Muitas ações podem ser adotadas de forma a conter os “vazamentos”.

 

No plano de contingências pode ser estabelecida a revisão de gastos, a capacitação de mão de obra, a política de comercialização e de marketing, a necessidade de expansão ou redução nas operações, a contratação de empréstimos para o caixa e investimentos, a reorganização do modelo de gestão, etc.

Tudo que seja necessário para sair deste momento obscuro nos negócios deve estar relacionado e adotado com disciplina e organização pelos envolvidos no processo de retomada. Afinal, é muito comum as empresas entrarem em crise sem nem perceberem e, por isso, a situação se torna ainda mais difícil uma vez que terão colocar em prática algo que nunca imaginaram em fazer. Pense a respeito. A falta de hábito é o fator mais importante nesta situação.

O ciclo de vida dos negócios

Bom, para concluir este artigo, volto a falar do ciclo de vida dos negócios (ou, deveríamos dizer ciclos?). Trato a questão de forma simples e clara, pois a empresa/negócio é um organismo vivo e dinâmico que se interage com vários outros em seu ambiente. A empresa tem de fato uma “razão social” que vai além do nome.

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Assim, o empreendedor deve pensar e entender como este organismo se comporta. Cada qual tem a sua característica de comportamento ora específico ora padronizado, tais quais as pessoas em sociedade. Afinal, uma organização é constituída de pessoas, não é mesmo?

Esse contexto é importante para fazer com que se possa trazer soluções comparáveis ao do comportamento humano, onde temos mais exemplos para lidar com as situações do cotidiano. Tal qual uma empresa, uma pessoa comete erros de julgamento e avaliam mal as suas perspectivas. Algumas tomam decisões acertadas e sobressaem. As escolhas são importantes a todo o momento.

Desde o início, o desenvolvimento dos negócios é baseado nas decisões tomadas pelos seus empreendedores e, por isso, este deve estar em contínuo processo de aprendizado de forma a conduzi-lo em uma rota segura. Aos que negligenciam esta necessidade, viverão períodos conturbados em algum momento e terão de se esforçar muito mais para buscar soluções adequadas em um curto espaço de tempo.

Portanto, sugiro que busquem novos conhecimentos a todo o momento. Existem amplas bases de dados e de serviços que podem fornecer tais informações, sejam em cursos, instituições especializadas, serviços de consultoria, etc. Não importa a fonte, desde que venha a contribuir para os negócios, será sempre bem vinda.

Boa sorte!

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Fabiano Santos

 

Consultor em Gestão e Negócios, credenciado pelo Sebrae-PE. Mestre em Engenharia de Produção pela UFF/RJ e Pós-Graduado em Controladoria pela UFPE.

 

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